terça-feira, 17 de abril de 2012

vírus.

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quinta-feira, 5 de abril de 2012

A Marcenaria.

A Marcenaria
Numa marcenaria, as ferramentas discutem a presidência que é exercida pelo martelo.
- Exijo a saída do martelo da presidência, ele faz muito barulho, diz o parafuso, querendo para ele mesmo o cargo de presidente.
- Endosso as palavras do parafuso, mas reivindico a presidência para mim, fala a lixa, alegando que o parafuso dava muitas voltas e não saia do lugar.
Nisso, fala o metro: a lixa para presidente é uma brincadeira, ela fica pra lá e pra cá, é áspera e faz muita sujeira. O presidente tem que ser eu.
O martelo, até então calado diz: Você metro, tão senhor de si, fica só medindo as pessoas.
No meio da discussão, entra na marcenaria o marceneiro, recolhe todas as ferramentas e sai para o trabalho. Executa suas funções com afinco e responsabilidade, construindo móveis lindos e perfeitos. No fim do dia deixa novamente as ferramentas na marcenaria e volta para casa, satisfeito com seu trabalho.
As ferramentas reiniciam sua conversa dessa vez com o serrote falando: Viram a satisfação do marceneiro com o nosso trabalho? Não é bonito? Vocês têm que aprender que sozinhos não somos nada, mas unidos somos capazes de realizar os mais belos trabalhos. Não discordo do que foi dito antes de cada um de vocês, mas vimos apenas os nossos defeitos, por que não olhamos para nossas qualidades? O martelo é barulhento, mas ao mesmo tempo é forte e robusto o suficiente para resolver qualquer parada. O parafuso dá suas voltas, mas é ele que faz a união das coisas. A lixa, apesar áspera e da sua sujeira, é ela que dá acabamento e apara as arestas. E o metro, mesmo com sua mania de medição, é preciso nas suas tarefas. Por isso, sugiro que de hoje em diante, olhemos mais para nossas virtudes e deixemos nossas desavenças de lado, pois unidos podemos tudo.
O serrote foi aplaudido por todas as outras ferramentas e a partir daquela data, a marcenaria viveu em paz e com dias muito mais felizes.
Lição de vida: Muitas vezes devemos evitar conflitos avaliando melhor as qualidades das pessoas ao invés de nos tornarmos ácidos olhando só os seus defeitos, pois sabemos que somente com união poderemos mudar as nossas vidas, a vidas das pessoas próximas a nós e talvez até o mundo.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Lições de Fukushima, um ano depois | Brasil

Lições de Fukushima, um ano depois | Brasil

Lições de Fukushima, um ano depois


Notícia - 5 - mar - 2012
Documento mostra que milhares de pessoas em todo o mundo ainda vivem sob a ameaça de acidentes nucleares

Ativistas do Greenpeace em Luxemburgo lembram o primeiro ano do desastre nuclear de Fukushima (© Greenpeace / Christophe Hebting)
Um ano após o desastre de Fukushima, no Japão, o mundo ainda não aprendeu a lição. Um relatório produzido pelo Greenpeace mostra que milhares de pessoas em todo o mundo ainda correm o risco de enfrentar acidentes nucleares.
Intitulado “Lições de Fukushima”, o documento aponta que o acidente não foi causado por um desastre natural, mas por uma série de falhas do governo japonês, de órgãos reguladores e da indústria nuclear.
“Embora causado pelo tsunami de 11 de março, o desastre de Fukushima foi, em última instância, culpa das autoridades japonesas, que optaram por ignorar os riscos e fazer dos negócios uma prioridade mais alta que a segurança”, disse Jan Vande Putte, da campanha de energia nuclear do Greenpeace Internacional.
“Este relatório demonstra que a energia nuclear é insegura e que os governos são rápidos em aprovar reatores, mas continuam mal preparados para lidar com problemas e proteger as pessoas de desastres nucleares. Esta situação não mudou desde o desastre de Fukushima e é por isso que milhares de pessoas continuam expostas a riscos nucleares.”
O relatório chega a três importantes conclusões para explicar a tragédia e suas consequências. A primeira delas é que as autoridades japonesas e a empresa que operava a planta nuclear de Fukushima conheciam, mas ignoraram, os riscos de um sério acidente.
Em segundo lugar, ficou claro que, mesmo um país preparado para desastres de grandes proporções, como o Japão, ficam de mãos atadas diante da magnitude de um desastre nuclear. Os planos de emergência nuclear e de evacuação falharam em proteger os cidadãos.
Por fim, centenas de milhares de pessoas ainda não puderam refazer suas vidas devido à falta de apoio e compensação financeira. O Japão é um dos poucos países onde, por lei, as empresas que operam as plantas nucleares são responsáveis por bancar os custos de um desastre. Na prática, após um ano da tragédia, os afetados pela tragédia continuam desamparados. Os contribuintes japoneses é que terminarão arcando com todos os custos.
Corrente humana contra a energia nuclear
O próximo domingo, 11 de março, marca o primeiro ano do desastre nuclear de Fukushima. O acidente promoveu uma revisão global dos padrões de segurança das usinas nucleares. Países como a Alemanha anunciaram um plano de desligamento de suas usinas.
Na contramão deste processo, o Brasil dá continuidade à construção do terceiro reator do complexo de Angra e prevê a construção de mais plantas nucleares por todo o país. É por isso que o Greenpeace, juntamente com outras organizações e ativistas antinucleares, participa da Corrente Humana Contra a Energia Nuclear.
O evento ocorrerá no próximo domingo e conta com participantes em mais de cem cidades do mundo. Em São Paulo, a concentração será no vão livre do MASP a partir das 9h30. No Rio de Janeiro, no Posto 9 de Ipanema, no mesmo horário.
Você também pode fazer parte desta corrente. Compartilhe esta informação com seus amigos e junte forças por um Brasil livre da energia nuclear.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Sistema Solar

Sistema Solar Origem: Wikipédia.
O Sistema Solar é constituído pelo Sol e por um conjunto de objetos astronômicos que se ligam ao Sol através da gravidade. Acredita-se que esses corpos tenham sido formados por meio de um colapso de uma nuvem molecular gigante há 4,6 bilhões de anos atrás. Entre os muitos corpos que orbitam ao redor do Sol, a maior parte da massa está contida dentro de oito planetas relativamente solitários, cujas órbitas são quase circulares e se encontram dentro de um disco quase plano, denominado plano da eclíptica. Os quatro menores planetas (Mercúrio, Vênus, Terra e Marte) são conhecidos como planetas telúricos ou sólidos, encontram-se mais próximos do Sol e são compostos principalmente de metais e rochas. Os quatro maiores planetas (Júpiter, Saturno, Urano e Netuno) encontram-se mais distantes do Sol e concentram mais massa do que os planetas telúricos, sendo também chamados de planetas gasosos. Os dois maiores, Júpiter e Saturno, são compostos em sua maior parte de hidrogênio e hélio. Urano e Netuno, conhecidos também como "planetas ultra periféricos", são cobertos de gelo, sendo às vezes referidos como "gigantes de gelo", apresentando também em sua composição água, amônia e metano.


SISTEMA SOLAR ATUAL

Observação: A frase "Minha Velha..." era usada em algumas escolas
para as crianças decorarem a ordem dos planetas do Sistema Solar.

A partir de hoje, o Sistema Solar passa a ser composto por oito planetas, após a reunião da União Astronômica Internacional (IAU) que rebaixou Plutão à categoria de "planeta anão".

Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno são os planetas que giram em órbitas elípticas ao redor do Sol, estrela que dá nome ao Sistema.

Desde que foi descoberto pelo cientista americano Clyde Tombaugh, em 1930, Plutão era considerado o menor, mais frio e mais distante planeta do Sistema Solar. Estima-se que a temperatura superficial média do planeta chegue a 215 graus abaixo de zero.

Como Funciona o Universo parte 1,2 e 3







EtimologiaA palavra galáxia deriva do termo grego para a nossa galáxia, galaxias (γαλαξίας), ou kyklos galaktikos, que significa "círculo leitoso", devido à sua aparência no céu. Na mitologia grega, Zeus colocou seu filho concebido com uma mortal, o pequeno Hércules, no seio de Hera enquanto ela dormia, para que, bebendo o leite divino, o garoto se tornasse imortal. Hera acordou enquanto amamentava e notou que estava alimentando um bebê desconhecido: a deusa empurrou o bebê e um jato de seu leite se espalhou pelo céu noturno, produzindo a faixa apagada de luz conhecida como Via Láctea.

Na literatura astrônomica, a palavra Galáxia (com letra maiúscula) é usada para se referir à nossa galáxia, em distinção das bilhões de outras galáxias.

sábado, 15 de outubro de 2011

Tô de volta....

Alô galera. A partir de agora quero ver se volto com força total ao nosso blog. Depois de um longo sumiço, tô pronto pra volta. Um grande abraço em todos, e em especial em quem não deixou o blog morrer, o grande amigo e primo Alexandre.